GREEN BOOK – O PODER SENSÍVEL DA CONSCIÊNCIA PARA SUPERAR OBSTÁCULOS E DESAFIOS NA VIDA

02/07/2019

Drama  analisado na série “QUANTIC FILMES” mostra qualidades essenciais da personalidade para manter o alinhamento vibracional com o universo e assumir o controle sobre o Mestre Interior

 

No clima de pré-estreia da nossa super produção HoloCine Quântico – Cocrie sua Nova Vida, prevista para rodar de 01 a 13 de agosto, no meu canal no You Tube,  assisti, dia desses, mais um filme fantástico, sensível e com muitos ensinamentos voltados à expansão da consciência. Green Book foi vencedor do Oscar 2019. Levou os prêmios nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante, Roteiro Original e Melhor Filme. Na minha avaliação, as conquistas são mais do que justas e merecidas.

 

Por isso, resolvi fazer uma análise desta comédia dramática estadunidense e colocá-la na prateleira seletiva da série “Quantic Filmes”, que lancei, recentemente, antes de anunciar a Websérie HoloCine Quântico, como uma prévia do conteúdo transformador, que será apresentado para você, com total exclusividade, logo no início de agosto. 

 

TURNÊ RACIAL

 

Green Book conta a história de uma viagem de turnê feita pelo pianista afro-americano de jazz clássico Don Shirleu e Tony Vallelonga – um segurança ítalo-americano, pela região Sul dos Estados Unidos, na época segregada pela questão racial. Vallelonga foi contratado por Don Shirleu para ser o motorista e segurança do músico durante a passagem pela região, no ano de 1962, um período de turbulência e de muitos conflitos raciais nos Estados Unidos. 

 

Antes da viagem, Tony recebe uma cópia do Green Book da equipe do estúdio de gravação de Don: um guia para viajantes afro-americanos encontrarem locais seguros em todo o sul que, à época, se encontrava segregado. A história mostra o pré-conceito contra negros na época e a profunda relação de amizade que se estabelece entre o pianista Don Shirleu e o segurança Tony Vallelonga. Uma amizade que se seguiu até o ano de 2013, quando ambos faleceram.

 

POSTURA EVOLUTIVA

 

Mas o que me chamou muito atenção nesse longa-metragem foi a postura, o discernimento, o amor próprio e o autovalor de ambos os personagens. No paralelo com a Escala das Emoções, essas posturam colocam qualquer pessoa em uma vibração elevada, acima de 500 hertz, em total alinhamento com o criador e a natureza divina do Universo. Só para você compreender o contexto, Don Shirleu já era conhecido na época como um dos maiores músicos do mundo. Havia recebido prêmios muito importantes e até se apresentado por duas vezes na Casa Branca, sede do Governo dos Estados Unidos, o que, ainda hoje, é um reconhecimento fantástico para qualquer músico ou artista no mundo. 

 

Apesar de ser um virtuoso na música desde os três anos de idade e ser alguém com extrema elegância e educação superior – Shirleu tinha 3 pós-doutorados no currículo -, o pianista sofreu, ao longo da história retratada no filme, com o preconceito racial, historicamente registrado na região por onde excursionou. A história retratada mostra isso, pois ele chegou a ser espancado por habitantes do Sul, sofreu vários assédios morais e também foi desprezado nos eventos que se apresentou durante a turnê.  Foi, inclusive, proibido de jantar nos restaurantes que tocava e até de usar o banheiro em determinados locais, tamanha dimensão do problema de segregação racial naquela região.

 

MISSÃO LIBERTADORA

 

Mesmo com todos esses problemas, em momento algum, o músico se abalou. Sua missão era maior que a música e isso ficou muito evidente no decorrer da história. Por isso, ele fez aquela turnê na região Sul e segregada dos Estados Unidos, por opção e não por obrigação. Com sua posição, quis mostrar que a consciência é incolor e que todos os seres humanos possuem atributos fantásticos, naturais e divinos. Que todos têm a mesma capacidade para realizar coisas extraordinárias na vida, seja para  o dom da música, para o talento artístico ou qualquer área da vida. E que isso não tem relação com o tom ou pigmentação da pele. Foi essa liberdade da alma que buscou transmitira durante os locais que passou na viagem.

 

Don Shirleu, evidentemente, quis transmitir essa mensagem, mesmo que implicitamente ou subjetivamente. Mesmo que essa informação chegasse apenas ao inconsciente daquelas pessoas, com pouco grau de discernimento, conhecimento e clareza sobre a manifestação indistinta da consciência. 

 

GESTÃO DA CONSCIÊNCIA

 

Na minha análise, apesar de tantos contratempos, ofensas contra sua moral e ética, agressões físicas e psicológicas, o pianista apresentou outro atributo fantástico que nos leva à plena expansão da consciência. Ele manteve o controle em todos os momentos, soube fazer a gestão das suas emoções e preservar o equilíbrio, mesmo diante de muitos dilemas de sua consciência. Foi sereno, elegante, educado e perspicaz. Em todos os momentos, demonstrou sabedoria, autocontrole e uma consciência sistêmica sobre o problema. 

 

Soube aceitar a situação, com amor no coração, entender o momento evolutivo daquelas pessoas ainda consumidas pelo ódio, julgamento, crítica e severidade contra si, em primeiro lugar, depois contra os outros. Para mim, esse fator é muito claro, porque quando você sente raiva, ódio, desprezo, falta de amor às pessoas ou a humanidade, em primeiro lugar, você não se ama, não compreende o sentido do amor e, automaticamente, está distante de Deus, do criador e da essência afetiva do Universo. 

 

PLENA ACEITAÇÃO

 

Ainda sobre o comportamento do pianista, a aceitação que demonstrou diante daqueles acontecimentos degradantes, não representa, em hipótese alguma submissão. Justamente porque ele tinha consciência do que estava acontecendo, total clareza da situação e do nível de compreensão daquelas pessoas sobre a vida e a existência como um todo. Ele apenas decidiu – e aqui entra o poder de decisão e de escolha da consciência – não entrar em conflito, atrito ou enfrentamento. 

 

Lembre-se que tudo que você coloca atenção, energia e foco, gera mais disso em sua vida. Então, se Don Shirleu optasse pelo confronto direto, mais problemas, enfrentamento, brigas e desavenças ocorreriam. Seu discernimento e propósito estavam, evidentemente, acima disso tudo, tanto que a mensagem transmitida implicitamente durante sua turnê, no ano de 1962, pelo Sul segregado dos Estados Unidos, virou uma história comovente trazida por esse filme fantástico, que agora entra na galeria da série “QUANTIC FILMES”.

 

DOMINE SEU MESTRE INTERIOR

 

A mensagem de toda essa história, que quero trazer para você, é que você pode ser dono de si, da sua história, destino, emoções, pensamentos e atitudes. E não importa a situação que viva ou o momento que esteja atravessando. Você é o Mestre de Si, tem o poder sobre sua personalidade e suas ações. Você pode fazer a gestão das suas emoções, pensamentos e agir de uma forma congruente na vida, seja em prol dos seus objetivos ou para ser um exemplo em todos os departamentos. A escolha é sempre sua, você tem livre-arbítrio, discernimento para isso e o poder absoluto da decisão. 

 

 

 

 

 


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Elainne Ourives
Ativista Quântica. Treinadora Mental e Reprogramadora Vibracional
Criadora da Técnica Hertz - Reprogramação da Frequência Vibracional®
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS

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